Os adolescentes são, por natureza, inovadores, idealistas, desafiadores de riscos, abertos a novos padrões, objetivos e estilos de vida (…) Com exceção, talvez, dos primeiros meses de vida, nenhum período do desenvolvimento se caracteriza por mudanças biológicas tão multifacetadas e tão instigantes.
Kathleen Berger
Durante os dois últimos séculos, segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica (2013), os direitos à Educação Básica no lado ocidental do globo são marcados por lutas e avanços no campo educacional. Provas disso são as mudanças que o Ensino Fundamental vem sofrendo nas últimas décadas no Brasil, como a frequência compulsória dos estudantes na Educação Básica, que atinge diretamente o processo do desenvolvimento humano, por meio da escolarização.
Atualmente, o Ensino Fundamental no Brasil apresenta aos estudantes e comunidade escolar uma proposta de permanência de nove anos dentro desse ciclo de aprendizagem, sendo os cinco primeiros anos focados no Ensino Fundamental – anos iniciais e os quatro últimos anos focados no Ensino Fundamental – anos finais. Por se tratar do período mais longo passado na escola, é importante detalhar o recorte sobre o desenvolvimento infanto-juvenil nos anos finais do Ensino Fundamental. O que justifica ter esse segmento na Educação Básica brasileira é a necessidade de incorporar os adolescentes nos desafios sociais, ambientais, econômicos e políticos da contemporaneidade. Ao mesmo tempo que os anos finais do Ensino Fundamental assegura aos estudantes o acesso ao mundo e a suas tecnologias, proporciona um convívio escolar com oportunidades de aprender tendo como base um ensino de qualidade.
O papel do professor e da escola no processo de ensino e aprendizagem dos anos finais do Ensino Fundamental é crucial para a formação cidadã e emocional dos estudantes que passam por esse ciclo. Os desafios são muitos; para a escola cabe compreender e assumir o papel de mediadora entre os estudantes e o mundo que se coloca à nossa frente: cada vez mais digital, tecnológico e com questões complexas. Aos educadores, vale ressaltar a importância de ser um interlocutor das novas configurações educacionais e dos conteúdos sobre o mundo que ajudam a explicar as transformações ocorridas nos últimos anos, fazendo a ponte entre as experiências dos adolescentes nativos digitais e os conhecimentos de mundo que constituem o currículo, direito de aprendizagem de todos. Dessa forma, os educadores ocupam um lugar central na mediação entre as ferramentas tecnológicas e de leitura dos fenômenos e acontecimentos por meio da pesquisa e investigação no âmbito escolar.
É na fase da pré-adolescência que se vivem algumas das transformações e descobertas mais intensas da vida. Elas começam por volta dos 12 anos, com a puberdade, e só se concluem depois dos 20 anos de idade. Diversas mudanças hormonais trazem alterações biossociais, cognitivas e psicossociais turbulentas. Surgem, com isso, conflitos naturais do adolescente consigo mesmo, com o outro e com o mundo.
No coração desses conflitos está a autoimagem, que é muito influenciada pelo grupo de amigos e pela atitude da família e da escola diante dessas mudanças. Nessa época, por exemplo, intensificam-se os casos de bullying, sobretudo associados à aparência física, em todo o mundo. No Brasil, segundo a pesquisa “Associação entre vitimização por bullying e índice de massa corporal em escolares”, publicada nos Cadernos de Saúde Pública de São Paulo, por Letícia Russo (2022), estima-se que 46% dos adolescentes sofram algum tipo de bullying durante sua jornada escolar, ou seja, quase metade de todos que passam por essa etapa da Educação Básica. O acolhimento das emoções variadas em relação ao corpo e o aconselhamento por profissionais da saúde e especialistas em educação e desenvolvimento é fundamental para a saúde nas relações, e precisa ser levado em conta na composição curricular, para que os estudantes possam se apropriar dos processos que experimentam com conhecimento e apoio. Na Cloe, isso acontece: o autoconhecimento, a celebração das diferenças, a tolerância e a convivência são temas recorrentes nos materiais didáticos.
Do ponto de vista da cognição, ocorre a maturação das habilidades básicas de raciocínio, aprendizagem e memória, iniciadas na infância. Nessa fase, surge a capacidade de pensar em possibilidades para além da realidade concreta. É o que especialistas como Piaget chamam de estágio operatório formal. Isso permite aos adolescentes formular hipóteses mais complexas e mais amplas do que as crianças. Por isso, é importante que os desafios apresentados aos estudantes nessa idade sejam compatíveis com esse desenvolvimento, permitindo a eles que sonhem com utopias, hipotetizem sobre os mais diversos fenômenos e criem soluções inovadoras.
Nessa fase, a importância do convívio social e do grupo de amigos se intensifica muito. Os adolescentes precisam uns dos outros para lidar com as mudanças do corpo e com os desafios do cotidiano, e seus pares influenciam na formação dos valores e aspirações individuais e coletivas. É nessa época que se constitui a identidade e os amigos funcionam como espelhos vivos que refletem os gostos e as escolhas dos estudantes. Incentivar o respeito à diferença e o convívio entre grupos de adolescentes contribui para uma convivência sadia.
Nesse sentido, salas de aula heterogêneas, ou seja, com estudantes diversos entre si em muitos aspectos, são ambientes produtivos para o desenvolvimento de habilidades e competências. Estudos conduzidos por pesquisadores em educação da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, desencadeados pelas pesquisas das professoras Elizabeth Cohen e Rachel Lotan, levantaram evidências de que nesses ambientes e por meio do trabalho em grupo colaborativo aprende-se mais e melhor, sempre por meio da interação real e significativa com os demais. Essas evidências apontam para um maior aproveitamento dos estudos por parte de todos os estudantes quando eles trabalham colaborativamente, mas, especialmente, para aqueles com baixo status social ou acadêmico e que, em outros formatos, não têm a mesma garantia de sucesso.
Um aspecto importante sobre a vida social dos estudantes, inseridos no contexto do Ensino Fundamental – anos finais, é a relação e a interação com o mundo digital. De acordo com a Agência Brasil (2020), o acesso à internet acontece da seguinte forma: “76% das crianças e adolescentes dizem ter feito pesquisas para trabalhos escolares; 64% que pesquisaram por curiosidade ou vontade própria; 55% que leram ou assistiram a notícias na internet; e 31% que procuraram informações sobre saúde”. A partir desses dados, é possível afirmar que a rede de comunicação e informação, por meio da internet, já é uma realidade na vida dos estudantes. Além disso, é preciso que a escola esteja atenta à qualidade dos acessos a essa rede: “quase um terço das meninas (31%) e um quarto dos meninos (24%) foram tratados de forma ofensiva na internet. Dentre eles, 12% tinham entre 9 e 10 anos e 37% entre 15 e 17 anos”. Agência Brasil (2020). Nesse sentido, desenvolver as habilidades necessárias para a vida social no século XXI, atravessada pelas práticas digitais de linguagem, é um desafio para pais, professores e gestão escolar.
Referências:
AGÊNCIA BRASIL. Acesso à internet aumenta entre crianças e adolescentes. Disponível em https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2020-06/acesso-internet-aumenta-entre-criancas-e-adolescentes Acesso em 14 de Março de 2022.
BERGER, K. S. O Desenvolvimento da Pessoa: Da Infância à Terceira Idade. São Paulo: LTC Editora, 2003.
COHEN, Elizabeth G.; LOTAN, Rachel A. Planejando o trabalho em grupo: estratégias para salas de aula heterogêneas. Penso Editora, 2017.
RUSSO, Letícia Xander. Associação entre vitimização por bullying e índice de massa corporal em escolares. Cadernos de Saúde Pública [online]. v. 36, n. 10 [Acessado 14 Março 2022] , e00182819. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/0102-311X00182819 >.
Se essa etapa de ensino, sendo um direito fundamental, é direito do cidadão, uma vez que constitui uma garantia mínima de formação para a vida pessoal, social e política […] todos têm o direito de obter o domínio dos conhecimentos escolares previstos para essa etapa e de adquirir os valores, atitudes e habilidades derivados desses conteúdos e das interações que ocorrem no processo educativo.
Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação BásicaNa Educação Básica, o Ensino Fundamental – anos finais tem uma peculiaridade interessante a ser observada e discutida por todos os envolvidos no processo de aprendizagem dos estudantes. É no ínterim da passagem do 5º ano dos anos iniciais do ensino fundamental para o 6º ano dos anos finais que grandes mudanças acontecem: desde adaptações curriculares até a convivência dos adolescentes com um número maior de professores. Com isso, tem-se uma ruptura significativa na vida dos estudantes brasileiros que passam pelo processo de escolarização e desenvolvimento sócio-cognitivo na educação escolar.
O desafio está dado às escolas que oferecem o Ensino Fundamental, séries finais: ajustar a necessidade dos estudantes ao contexto escolar, oferecendo desafios engajantes e interessantes. Por exemplo: ambientes muito rígidos ou competitivos tendem a intensificar os problemas de autoestima e socialização, deixando os estudantes muito desconfortáveis com o próprio corpo e com as transformações cognitivas e sociais. Um jeito interessante de contornar isso é promover oportunidades de trabalho em grupo em ambientes heterogêneos e colaborativos, sobretudo a partir de projetos investigativos, em que todos têm habilidades com as quais contribuir. Propostas assim são abundantes nas Expedições da Cloe, que giram em torno, essencialmente, da resolução de problemas complexos de forma colaborativa.
Outro marco dessa fase são as escolhas individuais. Os adolescentes começam a tomar decisões independentes que já têm consequências imediatas e a longo prazo, como qual carreira seguir, com quem fazer amizade, quais hobbies e atividades desenvolver, etc. Ao mesmo tempo, encontram na escola ambientes mais complexos, com mais professores especialistas, por exemplo. Para manter-se interessante, a escola precisa dar oportunidades de mais voz ativa e autonomia ao mesmo tempo em que oferece suporte e acolhimento para que os estudantes façam escolhas sabendo que há uma rede de apoio para buscar aconselhamento de qualidade. Dessa forma, a escola passa a ser um ambiente seguro para que o desenvolvimento social, emocional e cognitivo aconteça.
Dada a complexidade do contexto em que os estudantes estão inseridos no Ensino Fundamental, séries finais, é importante ter em mente as referências básicas que caracterizam o ensino nessa etapa. Um panorama geral realizado por meio de pesquisas incentivadas pela Fundação Carlos Chagas, sobre as escolas públicas brasileiras que oferecem o Ensino Fundamental para a etapa de finalização desse ciclo, apresenta números expressivos relacionados ao acesso, permanência e qualidade.
No que diz respeito ao acesso e permanência, o Brasil vem melhorando nesses índices, reduzindo cada vez mais o número de abandono escolar nessa etapa da aprendizagem escolar. No entanto, ainda é no 6º ano do Ensino Fundamental que os estudantes apresentam números significativos no item abandono escolar, conforme apontam os dados da pesquisa “Panorama de projetos relativos aos anos finais do Ensino Fundamental”, disponível no portal Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo. Sobre as taxas de reprovação educacionais nesse ciclo, a maior ocorrência também acontece com os 6ºs anos do Ensino Fundamental, em comparação aos demais anos de ensino. Com o resultado dessa característica da realidade presente na Educação Básica brasileira, há para cada cada duas escolas Ensino Fundamental – anos iniciais apenas uma escola que oferece para a comunidade escolar o Ensino Fundamental – anos finais, segundo os dados do censo escolar publicado em 2019 pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, Inep.
Referências:
BERGER, K. S. O Desenvolvimento da Pessoa: Da Infância à Terceira Idade. São Paulo: LTC Editora, 2003.
INSTITUTO DE ESTUDOS AVANÇADOS DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Ensino Fundamental 2: uma etapa quase esquecida. Disponível em http://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-de-educacao-basica/ciclo-acao-e-formacao-do-professor/experiencias-inovadoras-na-formacao-do-professor-da-educacao-basica-18-de-maio/ensino-fundamental-2-uma-etapa-quase-esquecida Acesso em 15 de Março de 2022.
INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA | INEP. Dados do censo escolar. 2019. Disponível em https://www.gov.br/inep/pt-br/assuntos/noticias/censo-escolar/dados-do-censo-escolar–ensino-fundamental-brasileiro-tem-quase-duas-escolas-de-anos-iniciais-para-cada-escola-de-anos-finais Acesso em 15 de Março de 2022.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, SECRETARIA DA EDUCAÇÃO BÁSICA. Ensino fundamental de nove anos: perguntas mais frequentes e respostas da Secretaria de Educação Básica (SEB/MEC). Disponível em http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/Ensfund/ensfund9_perfreq.pdf Acesso em 14 de Março de 2022.
Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Básica. Disponível em http://portal.mec.gov.br/docman/julho-2013-pdf/13677-diretrizes-educacao-basica-2013-pdf/file Acesso em 14 de Março de 2022.
Período de fortalecimento da autonomia e de intensa ampliação do repertório, os Anos Finais do Ensino Fundamental são um momento crucial de reforço e especialização do conhecimento. No infográfico, acompanhe os princípios pedagógicos que guiam a BNCC para essa etapa e como eles se traduzem de forma concreta para os materiais da Cloe.
Para dar conta do desafio enorme de acompanhar o desenvolvimento e as transformações que os adolescentes experimentam na chegada aos anos finais, a escola precisa se preparar. Afinal, não é de um dia para o outro que, recém-saídos do 5º ano, os estudantes conseguirão se adaptar. Para apoiar esse processo complexo que se dá em plena ruptura de organização dos anos iniciais para os finais, a Cloe aposta na coerência interna do material, que se manifesta de forma concreta. Mas afinal, como fazemos isso?
Tendo em mente as dificuldades enfrentadas no caminho percorrido pelos estudantes durante o Ensino Fundamental, a Cloe organizou um raciocínio linear entre as práticas, metodologias e ferramentas utilizadas em toda a Educação Básica. Considerando as melhores condições para dar suporte à transição dos estudantes entre os anos iniciais e os anos finais, o material didático conta com o olhar de pesquisadores, autores e autoras especialistas dentro das áreas do conhecimento, ao longo de todos os anos da Educação Básica. Dessa maneira, garantimos o letramento matemático, cartográfico e científico como apoio aos professores polivalentes e, depois, chegando aos anos finais, o olhar se desenvolve e dá espaço para os estudantes se aproximarem do fazer científico de cada uma das áreas do conhecimento. Em linguagens, ciências humanas, ciências da natureza e matemática, as Expedições da Cloe propõem o aprofundamento nos temas, recortes, métodos e procedimentos de cada área. Assim, a abordagem de todo o conteúdo Cloe nos anos finais é científica, respeitando e celebrando as especificidades das áreas.
Outra estratégia utilizada na Cloe para oferecer uma trilha segura e tranquila aos estudantes do Ensino Fundamental – anos finais é manter a mesma estrutura metodológica de ensino e aprendizagem oferecida aos estudantes e professores no Ensino Fundamental – anos iniciais, por meio das Expedições de aprendizagem. Além de possibilitar estabilidade emocional, didática e pedagógica aos adolescentes, eles têm fácil acesso a alguns recursos e ferramentas tecnológicas que aparecem mais de uma vez durante os nove anos do Ensino Fundamental; assim, o aprofundamento de conteúdos e abordagens metodológicas acontece de forma orgânica e fluida.
A expansão da autonomia e do repertório ao longo dos Anos Finais do Ensino Fundamental exigem da escola uma preparação importante, que seja capaz de apresentar desafios compatíveis e engajantes. No vídeo, conheça como a Cloe manifesta na prática os princípios pedagógicos que embasam o trabalho com aprendizagem ativa nessa etapa da educação.
Referências:
RODRIGUES, O. M. P. R.; MELCHIORI, L. E. Aspectos do desenvolvimento na idade escolar e na adolescência. Acervo digital UNESP, p. 1-5, 2014.
O material didático dos anos finais da Cloe é estruturado em Expedições, organizadas por ano de ensino e componentes curriculares. As Expedições contém textos e recursos multimodais, atividades e avaliações ao longo das aulas voltadas aos estudantes e um Material do Estudante que compila em uma sequência todas as atividades previstas na Expedição. O material permite acompanhamento próximo, clareza, consistência e constância para os envolvidos.
Os componentes são compostos, de modo geral, por Expedições de 12 aulas. São exceções os componentes curriculares de Língua Inglesa, com 8, 12 ou 16 aulas, e G21, composto sempre por 8 aulas. As Expedições são divididas em componentes curriculares:
Sabemos que cada escola organiza sua carga horária de forma única, mas considerando as competências e habilidades estabelecidas para os anos iniciais, a Cloe tem uma sugestão de distribuição em aulas de 50 minutos.
| Componente curricular | aulas por semana | Total de aulas por ano |
|---|---|---|
| Artes | 2 aulas | 64 aulas |
| Ciências | 3 aulas | 96 aulas |
| G21 | 2 aula | 64 aulas |
| Geografia | 3 aulas | 96 aulas |
| História | 3 aulas | 96 aulas |
| Língua Inglesa | 3 aulas | 96 aulas |
| Língua Portuguesa | 7 aulas | 224 aulas |
| Matemática | 6 aulas | 192 aulas |
As especificidades de cada componente são contempladas ao mesmo tempo em que as Expedições cobrem a carga horária e o número de aulas semanais de cada disciplina. Cada Expedição de Ensino Fundamental – Anos finais é composta por:
No infográfico, navegue pela estrutura do material da Cloe nos anos finais do Ensino Fundamental.

Conteúdo didático: multimodal, conectado com todas as atividades da Expedição, atualizado e contextualizado.
Aulas de repertório: Aulas voltadas para o desenvolvimento dos conteúdos. O número de aulas de repertório pode variar, dependendo da quantidade de aulas da Expedição, mas sempre estão entre a aula convite e a aula de fechamento.
Atividades de repertório: De acordo com a intencionalidade de cada atividade, elas podem ser feitas em sala – com a mediação ou não do professor, individualmente, em duplas ou grupos – ou em casa. As atividades podem ser de registro, reflexão, discussão em duplas e grupos, desenho, produção de texto, leitura, interativas ou impressas. Em cada aula da Expedição há, no mínimo, uma atividade que mobiliza as habilidades da unidade.
Atividade diagnóstica: Não vale nota e tem como objetivo avaliar o que os estudantes já sabem sobre os conteúdos e habilidades que serão mobilizados ao longo da Expedição. É um momento importante de metacognição, quando os estudantes refletem sobre o que já sabem e o que querem descobrir.
Quizzes: Questões contextualizadas, objetivas ou dissertativas, que acompanham o artigo.
Avaliação processual: Avaliações formativas, em formatos diferentes a depender da Expedição. As Avaliações processuais podem ter o formato de questões dissertativas ou de múltipla-escolha.
Atividades de planejamento e desenvolvimento da conquista: Atividades engajantes que são propostas da metade para o final da Expedição e que são destinadas diretamente para o desenvolvimento do produto final, fruto das investigações da Expedição.
Avaliação Final: Avaliação que contempla todas as habilidades e competências da Expedição, com a mesma estrutura da atividade diagnóstica. Assim, professores e estudantes conseguem visualizar de forma mais concreta o percurso de aprendizagem, em mais um momento de metacognição.
Ao acessar a plataforma Cloe, você encontrará Expedições temáticas organizadas em 4 seções:
Ponto de partida, Aulas, Atividades e Avaliações. Os professores podem acessar todo o conteúdo instrucional das aulas, acompanhar as respostas das atividades e avaliações dos estudantes. Os estudantes, por sua vez, têm acesso ao artigo e às atividades conforme vão sendo liberadas pelos professores diretamente na plataforma.
Para conhecer um pouco mais, acesse a anatomia da Cloe.